CMS Professor Edgard Magalhães Gomes

Rua Filomena, s/nº - Inhoaíba - Rio de Janeiro - RJ | CEP: 23063-055 | ☎ Telefone: (21) 3377-2813 / 3377-2850
Funcionamento: Segunda-feira a Sexta-feira das 08h às 20h - Sábado das 08h às 12h
Diretora: Ana Maria de Oliveira Lima | Gerente: Débora dos Santos Póvoa | CNES 2269538 - ESF: 07 | ESB: 03

COMO CHEGAR FALE CONOSCO

Serviços e Metas

Acolhimento

Orientações sobre o nosso atendimento.

Saiba Mais

Nossas Metas

Ações em prol de assegurar a saúde com qualidade.

Saiba Mais

Multimídia

Acesso ao conteúdo audiovisual da unidade.

Saiba Mais

Nossa Equipe

Nossos profissionais e território de atuação

Saiba Mais

Postagens Recentes

Mostrando postagens com marcador PSF. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PSF. Mostrar todas as postagens

sábado, 28 de setembro de 2013

Qual A Importância da Visita Domiciliar


Téc. de enfermagem Deusa e Denise e a enfermeira Tamyres
A visita domiciliar é um conjunto de ações de saúde voltadas para o atendimento, seja ele assistencial ou educativo. É uma dinâmica utilizada nos programas de atenção à saúde, visto que acontecem no domicílio da família (Mattos, 1995).
Portanto, através dessa estratégia é possível conhecer o ambiente familiar e as micro-áreas de moradia dos usuários do centro de saúde, ampliando o nível de informações e conhecimentos relativos ao auto cuidado, ao uso dos recursos sociais, à ação política em saúde ou, ainda, como atitude complementar às ações de vigilância em saúde.

2- VISITA DOMICILIAR
A visita domiciliar é uma “forma de atenção em Saúde Coletiva voltada para o atendimento ao indivíduo, à família ou à coletividade que é prestada nos domicílios ou junto aos diversos recursos sociais locais, visando à maior eqüidade da assistência em saúde” (Ceccim e Machado, s/d, p.1). 

3- TIPOS DE VISITAS DOMICILIARES

VISITA CHAMADA  é um atendimento realizado na casa do indivíduo ou família, por este ou esta possuir algum tipo de limitação, por exemplo, doença aguda ou agudização de um problema crônico ou por outro tipo de limitação (seqüelados de AVE, amputação, cirurgias recentes).
VISITAS PERIÓDICAS  são feitas para indivíduos ou famílias que necessitam de acompanhamento periódico, por exemplo, pacientes crônicos, acamados, idosos, doentes mentais, egressos de internações hospitalares, pode haver até coleta de exames. Marcado com periodicidade semanal, quinzenal ou mensal.
INTERNAÇÕES DOMICILIARES  são indivíduos ou famílias que escolheram realizar o tratamento em casa, geralmente são necessárias para pacientes terminais de câncer, quando grande parte dos cuidados pode ser realizada pelos familiares. A equipe apóia e maneja a situação para promover a qualidade de vida neste momento.
BUSCA ATIVA é a busca de indivíduos ou famílias faltosas (tratamentos, vacinas, gestantes), a vigilância em saúde também é considerada uma busca ativa.
Os variados tipos de visita domiciliar são dinâmicos, podendo-se modificar durante o processo. Um chamado pode se tornar uma internação domiciliar, após a alta pode-se necessitar de uma visita periódica.

4- EQUIPE DE SAÚDE
Todos os membros da equipe de saúde: enfermeiros, médicos, auxiliares / técnicos de enfermagem, assistentes sociais, psicólogos, dentistas, acadêmicos e agentes comunitários de saúde  cada um em seu campo específico, mas agindo de forma multiprofissional.
Todos os profissionais envolvidos devem ter o conhecimento sobre o indivíduo (contexto de vida, meio ambiente, condições de habitação, relações afetivo-sociais da família), para possibilitar a prestação da assistência integral à saúde, para facilitar a adaptação do planejamento da assistência de enfermagem de acordo com os recursos que a família dispõe, para obter melhor relacionamento do grupo familiar com o profissional de saúde, por ser sigiloso e menos formal e para ter maior liberdade para expor os mais variados problemas, tendo-se um tempo maior do que nas dependências do serviço de saúde. 

5- DIFICULDADES
• Método dispendioso, pois demanda custo de pessoal e de locomoção.
• Ocorre um gasto de tempo maior, tanto na locomoção como na realização da visita.
• Contratempos advindos da impossibilidade de marcar a visita: não ter ninguém em casa, o endereço não existir, a pessoa não residir mais naquele endereço.
• Os afazeres domésticos das donas de casa podem impedir ou dificultar a realização da visita domiciliar

6- PATOLOGIA – DIABETES
Síndrome de etiologia múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade da insulina de exercer adequadamente seus efeitos. 

DIABETES MELLITUS
As conseqüências do DM á longo prazo incluem danos, disfunção e falência de vários órgãos, especialmente rins, olhos, nervos, coração e vasos sangüíneos.

8- DIABETES TIPOS: 1 e 2
TIPO 1
• Maior incidência em crianças, adolescentes e adultos jovens; 
• Início abrupto dos sintomas;
• Pacientes magros;
• Facilidade para cetose e flutuações da glicemia;
• Menor concentração familiar;
• Deterioração clínica rápida se não tratada prontamente; com insulina.

TIPO 2
• Maior incidência após os 40 anos;
• 60 – 90 % são obesos;
• Cetose rara: somente em situações de estresse;
• Glicemia mais estável;
• Concentração familiar freqüente;
• Hiperglicemia mantida se não tratada.

9- DIFERENÇAS BÁSICAS ENTRE DM 1 E 2

DM 1
 Doença Auto-Imune
 Deficiência Insulina
 Jovens, Adolescentes
 Insulite 
 Auto-Anticorpos
 Indivíduos Magros
 Cetoacidose (Início) 
Início Abrupto (Polis)

DM 2

 90 % S. Metabólica
 Resistência Insulínica e Deficiência
 Indivíduos Meia Idade
 Depósito Amilóide nas Ilhotas
 Obesidade (85 %)
 S. Hiperosmolar
 Início Geralmente Lento

10- SINAIS E SINTOMAS MAIS FREQÜENTES:
• Polidipsia 
• Poliúria
• Polifagia 
• Emagrecimento
• Secura na boca
• Impotência
• Prurido genital
• Parestesias 
• Prurido cutâneo
• Balanite 
• Alterações visuais
• Infecções de pele
• Diarréia
• Pielonefrite 
• Peso nas pernas
• Cefaléia
• Hiperhidrose 
• Insônia 
• Amenorréia
• Irritabilidade
• Atrofia muscular 
11- RETINOPATIA DIABÉTICA

12- PÉ DIABÉTICO
COMBINAÇÃO PATOLÓGICA 
 NEUROPATIA – 45-60%
 ANGIOPATIA – 7-13%
 COMBINAÇÃO – 25-45%

ESTADIAMENTO DA INFECÇÃO
Leve ou sem risco de perda do membro
 Superficial
 Sem toxicidade sistêmica
 Celulite superficial pequena (menos de 2 cm)
 Ulceração pequena (quando presente)
 Pouca isquemia
MODERADA A GRAVE OU COM RISCO DE PERDA DO MEMBRO
 Celulite extensa
 Úlcera atingindo tecido celular subcutâneo
 Linfangite 
 Isquemia importante
 Com envolvimento de ossos, tendões e articulações
 Sinais clínicos: febre, hiperglicemia, bacteremia e sepse .
TRATAMENTO
 Antibioticoterapia 
 Debridamento e/ou drenagem
 Amputação
13- RELATÓRIO SOBRE A VISITA DOMICILIAR

A visita domiciliar foi feita à senhora M. A. S. com idade de 65 anos. Reside na Rua nossa senhora da conceição, N 40b, Clima Bom I - Tabuleiro dos Martins.
Paciente em processo de hemodiálise no Hospital Sanatório, diabética desde os 40 anos, certo dia estava em casa e começou a suar frio e tremer, e não sabia o que estava acontecendo, achou que fosse uma queda de pressão arterial, chegou a desmaiar e acordou no hospital no CTI com sua irmã ao seu lado chorando, não conseguia falar, pois estava entubada. 48 horas depois, conseguiu falar, pedir água. Então, foi que o médico falou que ela havia entrado em coma diabético e quase chegara a óbito, tinha realizado glicemia capilar e sua onde apresentou HI. A partir daquele momento seu mundo parou, não ingeria doces, massas e perdeu muito peso, adquiriu uma depressão, por não conseguir ir a festas, ver as pessoas comendo, bebendo, não pode viajar devido à hemodiálise, consequentemente fica muito tempo sem ver sua família que mora distante, tem uma alimentação restrita, precisa tomar insulina diariamente, considerada por ela como uma invasão ao seu corpo, tendo que fazer restrição de liquido ingerido por dia e isso inclui: café, suco e tudo que contenha água. Foi o maior sufoco que já passou na vida e ate hoje vive todo esse pesadelo – segundo ela.
Não soube informar qual o tipo de sua diabetes, mas, pelos dados, supomos que seja do tipo II, onde se adquire na fase adulta, por varias complicações de saudade informadas por ela própria.
A diabetes para a mesma foi considerada como o seu fim. Pois, não consegue mais se ver como antes e hoje se considera um´´caco´´- palavras da paciente. Não tem mais forças para enfrentar a vida. Antes da doença pesava 75kg, hoje tem apenas 40kg e não deve aumentar, pois, segundo os médicos, seus órgão não conseguem bombear e purificar seu sangue com facilidade. Ela faz hemodiálise nas segundas, quartas e sextas, onde perde de 3 a 4kg de seu peso, sendo informada que trata-se de água acumulada no seu organismo. Ela relatou que todos os seus sonhos acabaram, e reza pedindo a Deus que livre todos dessa peste que destrói a vida das pessoas.
Diante do quadro da paciente foram dadas algumas orientações, começando desde o incentivo a vida, até a alimentação, exercícios físicos, maneiras de ajudar a paciente a desenvolver uma qualidade de vida física e mental mesmo tendo diabetes. Ela não autorizou que fossem tiradas fotos, pois, alegou se sentir muito magra e não querer sua exposição.

14- CONCLUSÃO
Evidenciou-se que por meio da prática da visita domiciliar, há a possibilidade mais concreta e acessível de atingir os objetivos principais, que são a transmissão de orientações e assistência específica, conforme a necessidade real do determinado paciente. Essa interação entre o cuidador e o que precisa de cuidados, propicia uma significativa e freqüente evolução no processo preventivo e curativo. A visita domiciliar “é vital para a educação em saúde” (Tyllmann e Perez, 1998, p. 2). 

15- REFERÊNCIAS

CECCIM, Ricardo Burg; MACHADO, Neusa Maria. Contato Domiciliar em Saúde Coletiva. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, s/d. 7p. 

MATTOS, Thalita Maia de. Visita Domiciliária. In: Enfermagem Comunitária. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária, 1995. p.35-39.

MAZZA, Márcia Maria Porto Rosseto. A Visita Domiciliária como Instrumento de Assistência de Saúde. Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano. São Paulo: USP, jul/dez 1994. Disponível no site: http://www.fsp.usp.br/MAZZA.HTM. 

OLIVEIRA, Francisco J. Arsego; BERGER, Carla B. Visitas Domiciliares em Atenção Primária à Saúde: Eqüidade e Qualificação dos Serviços. Revista Técnico-Científica do Grupo Hospitalar Conceição. v.9. n.2. Porto Alegre, jul/dez 1996. p. 69-74.

PADILHA, Maria Itayra C. S.; CARVALHO, Maria Teresa C. de; SILVA, Mariangélica O. da et al. Visita Domiciliar – Uma Alternativa Assistencial. Revista de Enfermagem UERJ. v.2. n.1. Rio de Janeiro, maio 1994. p.83-90.

ROESE, Adriana; LOPES, Marta Julia Marques. A Visita Domiciliar na Modalidade de Busca Ativa como Instrumento de Coleta de Dados de Pesquisa e Vigilância em Saúde: Estudo Desenvolvido com Famílias de Adolescentes Vítimas de Homicídio em Porto Alegre de 1998 a 2000. 2002. 38 f. Trabalho de Conclusão (Graduação) – Escola de Enfermagem, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2002. 

Tradução do português para inglês

The house is a set of actions oriented health care, be it health care or education. It is a dynamic programs used in health care, as happens in the family home (Mattos, 1995).
Therefore, through this strategy is possible to know the family environment and micro-housing areas of the users of the health center, expanding the level of information and knowledge relating to self care, the use of social resources, to political action in health or yet, as an attitude complementary to the actions of public health surveillance.

2 - HOME VISIT
The house is a "form of attention in Public Health focused on serving the individual, family or community that is provided in the home or adjacent to several local social resources, aiming at greater equity of health care" (Machado and Ceccim , undated, p.1).

3 - TYPES OF DOMESTIC TOURS

VISIT CALL  is a service held at the house of the individual or family, because this or that possess some kind of limitation, for example, acute illness or exacerbation of a chronic problem or another type of limitation (sequelae of stroke, amputation, recent surgery ).
 Periodic visits are made to individuals or families who require regular monitoring, for example, chronic patients, bedridden, elderly, mentally ill, discharged from hospital, there may even sample collection. Marked with weekly, biweekly or monthly.
 home care are individuals or families who have chosen to perform the treatment at home, are generally required for terminal cancer patients, when the bulk of care can be performed by relatives. The staff supports and manipulates the situation to promote quality of life now.
 ACTIVE SEARCH is a search for individuals or families defaulting (treatments, vaccines, pregnancy), health surveillance is also considered an active search.
The various types of home visits are dynamic and may be modified during the process. A call can become a home care after discharge can require a periodic visit.

4 - HEALTH TEAM
All members of the health care team: nurses, medical assistants / technicians, nurses, social workers, psychologists, dentists, academics and community health workers  each in their own field, but in doing so multidisciplinary.
All professionals involved should have knowledge about the individual (life context, environment, housing conditions, social-affective relations of the family), to enable the provision of comprehensive health care, to facilitate the adaptation of care planning nursing according to the resources the family has, for better relationship with the family group health professional, for being secretive and less formal and have more freedom to expose all sorts of trouble and it was a longer time than premises of the health service.

5 - DIFFICULTIES

• Method expensive as demand and cost of personal mobility.
• There is an expense of time, both in locomotion and for the completion of the visit.
• Setbacks arising from failure to mark the visit: no one at home, the address does not exist, the person does not reside at that address more.
• The chores of housewives may prevent or hinder the achievement of home visits

6 - PATHOLOGY - DIABETES
Syndrome of multiple etiology, resulting from lack of insulin and / or the inability of insulin to perform its effects.

DIABETES MELLITUS
The consequences of the DM will include long-term damage, dysfunction and failure of various organs, especially kidneys, eyes, nerves, heart and blood vessels.

8 - DIABETES TYPE: 1 and 2
TYPE 1
• Increased incidence in children, adolescents and young adults;
• Abrupt onset of symptoms;
• Patients lean;
• Ease of ketosis and blood glucose fluctuations;
• Lower concentration relative;
• rapid clinical deterioration if not treated promptly, with insulin.

TYPE 2
• Increased incidence after 40 years;
• 60 - 90% are obese;
• Ketosis rare: only in situations of stress;
• Blood glucose more stable;
• Concentration frequent family;
• Hyperglycemia maintained if not treated.

9 - BASIC DIFFERENCES BETWEEN 1 AND 2 DM

DM 1
 Autoimmune Disease
 Insulin Deficiency
 Youth, Teens
 insulitis
 Autoantibodies
 Individuals Thin
 ketoacidosis (Top)
Abrupt onset (Polis)

DM 2

 90% S. Metabolic
 Deficiency and Insulin Resistance
 Individuals Middle Age
 amyloid deposition in islets
 Obesity (85%)
 S. Hyperosmolar
Generally  Slow Start

10 - SIGNS AND SYMPTOMS FREQUENTLY:
• Polydipsia
• Polyuria
• Polyphagia
• Thinning
• Dry mouth
• Impotence
• Itching genital
• Paresthesias
• itchy skin
• Balanitis
• Visual changes
• Skin infections
• Diarrhea
• Pyelonephritis
• Weight in the legs
• Headache
• Hyperhidrosis
• Insomnia
• Amenorrhea
• Irritability
• Muscle atrophy
11 - DIABETIC RETINOPATHY

12 - DIABETIC FOOT
COMBINATION PATHOLOGICAL
 NEUROPATHY - 45-60%
 Angiopathy - 7-13%
 MATCH - 25-45%

STAGING OF INFECTION
Mild or no risk of limb loss
 Superficial
 No systemic toxicity
 Cellulite shallow (less than 2 cm)
 Ulceration small (if present)
 Little ischemia
MODERATE TO SEVERE RISK OF LOSS OR LIMB
 extensive Cellulite
 ulcer reaching subcutaneous tissue
 lymphangitis
 important Ischemia
 With involvement of bones, tendons and joints
 Clinical signs: fever, hyperglycemia, sepsis and bacteremia.
TREATMENT
 antibiotic
 Debridement and / or drainage
 Amputation
13 - REPORT ON A VISIT HOME
The home visit was made to Mrs. M. A. S. aged 65. Resides in Our Lady of Conception Street, N 40b, Climate Well I - Board of Martins.
Patient undergoing hemodialysis in the Sanatorium Hospital, diabetic since age 40, was at home one day and started in a cold sweat and tremble, and did not know what was happening, thought it was a drop in blood pressure, fainted and woke the hospital in ICU with her sister beside her crying, could not speak because he was intubated. 48 hours later, unable to speak, ask for water. So did the doctor said she had entered into a diabetic coma and almost come to death, had made his blood glucose and showed where HI. From that moment their world stopped, ate no sweets, pastas and lost much weight, got depressed, because he could not go to parties, to see people eating, drinking, can not travel due to hemodialysis, therefore it is too long without seeing his family that lives far away, has a restricted feeding, must take insulin daily, considered it as an invasion of his body and trying to restriction of fluid intake per day and this includes coffee, juice and anything that contains water. It was the biggest choke in life that has passed and today live around that nightmare - she said.
Did not know what type of your diabetes, but the data, we assume that is of type II, where it acquired in adulthood, for various complications reported missing on her own.
Diabetes was considered for the same as its end. Therefore can no longer see themselves as before and is now considered um''caco''-words of the patient. You do not have the strength to face life. Before the disease weighed 75kg, 40kg and now has just should not increase because, according to doctors, your body can not pump and purify your blood with ease. She makes dialysis on Mondays, Wednesdays and Fridays, where he loses 3 to 4kg of weight, being informed that it is water on your body. She reported that all their dreams are over and prays for God to free all of this plague that destroys people's lives.
Facing the situation of the patient were given some guidance, beginning from the encouragement of life, to food, exercise, ways to help the patient develop a quality of physical and mental life with diabetes. She did not allow pictures that were taken, therefore, claimed to feel too thin and not wanting their exposure.

14 - CONCLUSION
It was evident that through the practice of home visits, there is a possibility more concrete and accessible to achieve the main goals, which are the transmission of specific guidance and assistance as needed real particular patient. This interaction between the caregiver and the care they need, and often provides significant developments in preventive and curative process. The home visit is vital to the health education "(Tyllmann and Perez, 1998, p. 2).

15 - REFERENCES

Ceccim, Ricardo Burg, Machado, Neusa Maria. Contact Household in Public Health. Porto Alegre: Federal University of Rio Grande do Sul, s / d. 7p.

MATTOS, Thalita Mayan. Home visit. In: Community Nursing. São Paulo: Editora and Pedagogical University, 1995. p.35-39.

MAZZA, Marcia Maria Porto Rossetto. The home visits as Instrument for Health Journal of Human Growth and Development. São Paulo: USP, Jul / Dec 1994. Available at: http://www.fsp.usp.br/MAZZA.HTM.

OLIVEIRA, Francisco J. Arsego; BERGER, Carla B. Home Visits in Primary Care: Equity and Vocational Services. Technical-Scientific Journal of the Conceição Hospital. v.9. n.2. Porto Alegre, Jul / Dec 1996. p. 69-74.

PADILHA, Maria C. Itayra S., CARVALHO, Maria Teresa C. de; SILVA, Mariangela O. of et al. Home Visit - An Alternative Care. Journal of Nursing UERJ. v.2. n.1. Rio de Janeiro, May 1994. p.83-90.

Roese, Adriana; LOPES, Marta Julia Marques. The Home Visit in Active Search mode as an Instrument for Data Collection Research and Health Survey: Study Developed with Families of Homicide Victims of Adolescents in Porto Alegre from 1998 to 2000. 2002. 38 f. Work Completion (Graduation) - School of Nursing, Federal University of Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2002.

domingo, 25 de agosto de 2013

Como Funciona o PSF no Brasil

Atenção Básica e a Saúde da Família 
  Diretriz conceitual
  Gestão
  Saúde da Família
  Equipe de Saúde
  Agentes Comunitários de Saúde
  Valorização Profissional
  Desafios Institucionais
  Desempenho
  Responsabilidades
Em virtude a grande visualização Norte-Americana e Europeia  em nosso blog, venho transcrever como funciona o PSF no Brasil.

Guideline conceptual

The accumulation of the three technical and political levels of NHS management, the implementation of the Programme of Community Health Workers and the Family Health Strategy, essential elements for the reorientation of attention, has enabled the identification of a set of issues the conceptual and operational bases of what has been called "Primary Health Care" in Brazil, and its relations with other levels of the system. This discussion is based on the transverse axes of universality, comprehensiveness and equity, in a context of decentralization and social control of the management, care and organizational principles of the SUS, enshrined in constitutional law and infra.

The expansion and qualification of primary care, organized by the Family Health Strategy, make up part of the overall policy priorities presented by the Ministry of Health and approved by the National Health This design overcomes the old proposition that is exclusively focused on the disease, developing by means of managerial practices and health, democratic and participatory, in the form of teamwork, targeted at populations delimited territories, for which they take responsibility.

The fundamental principles of primary health care in Brazil are: integrity, quality, equity, and social participation. Through periodic penalty payment of clientele, Family Health teams establishing a bond with the people, allowing the commitment and joint responsibility of these professionals with users and the community. Your challenge is to expand its boundaries of action aimed at greater solvability of attention, where the Family Health is understood as the main strategy to change this model, which should always include the entire context of the reorganization of the health system.

Management

The Department of Primary Care (DAB), structure linked to the Department of Health Care, the Ministry of Health, has the institutional mission to operationalize this policy within the federal management of SUS. The implementation of this policy is shared by states, Federal District and municipalities. When DAB fits also develop mechanisms for control and evaluation, provide technical cooperation to these management levels in the organization and implementation of the Family Health Strategy and actions of primary care as the Oral Health, Diabetes and Hypertension, Food and Nutrition , Management and Strategy Evaluation and Monitoring.

Family Health

The Family Health is understood as a strategy model reorientation, operationalized through the implementation of multidisciplinary teams in primary health care. These teams are responsible for the monitoring of a certain number of families, located in a geographical area. The teams with the actions of health promotion, prevention, recovery, rehabilitation of diseases and disorders more frequently, and in maintaining the health of this community. Responsibility for monitoring household places for family health teams need to push the boundaries classically defined for primary care in Brazil, especially in the context of the NHS.

The Family Health Strategy is a project facilitator SUS, conditioned by history and organization of the health system in Brazil. The rate of expansion of the Family Health proves the membership of state and municipal managers to its principles. Started in 1994, showed a significant growth in recent years. The consolidation of this strategy must, however, be supported by a process that allows the actual replacement of the basic traditional services at the municipal level and the ability to produce positive results in health indicators and quality of life of the population served.

Family Health as a structuring strategy of municipal health systems has provoked an important movement in order to reorder the model of care in the NHS. Search more rational utilization of other levels of care and has produced positive results in key indicators of the health of populations assisted the family health teams.

Health Teams

The work teams of the Family Health is the key element for the ongoing search for communication and exchange of experiences and knowledge among team members and those with popular knowledge Agent Community Health Teams are made at least by a family physician, a nurse, a nursing assistant and six community health agents. When expanded, it also has: a dentist, a dental assistant and dental hygienist.

Each team is responsible for monitoring up to 4000 inhabitants, being the recommended average 3000 inhabitants of a given area, and these are replaced co-responsibility in health care. The teams' work occurs mainly in primary health care, in homes and in community mobilization, characterized: as a gateway of a hierarchical system and regionalized health, to have a defined territory, a population defined under its responsibility, by intervening on the risk factors to which the community is exposed, for providing comprehensive care, permanent and quality; unfulfilled education activities and health promotion.

And yet: to establish bonds of commitment and co-responsibility with the population, for stimulating the organization of communities to exercise social control over the actions and health services, to use information systems for monitoring and decision making, for act in an intersectoral manner, through partnerships with different social and institutional, in order to intervene in situations that transcend the specificity of the health sector and have decisive effects on the living conditions and health of individuals, families and the community.

Community Health Workers

The Program Community Health Workers is now considered part of Family Health. In municipalities where there is only the PACS, this can be considered a transition program for Family Health. In PACS, the actions of community health workers are accompanied and guided by a nurse / supervisor packed in a basic health unit.

The community health workers can be found in two distinct situations in relation to the local health care system: a) linked to a basic health unit has not yet organized in the logic of Family Health, and b) connected to a base unit as Family Health member of the multidisciplinary team. Currently, they are working in the country 204 000 ACS, being present in both rural communities and urban neighborhoods in cities as highly urbanized and industrialized.

Professional Valuation

The Ministry of Health recognizes and appreciates the training of employees as a component to the process of qualification of the workforce in order to contribute significantly to the realization of national health policy. This training design seeks to characterize the need for increased schooling and profiles of professional performance to enable increased intellectual autonomy of workers, the field of technical and scientific knowledge, ability to manage time and work space, to exercise creativity, interact with service users, to be aware of the quality and ethical implications of their work.

Institutional Challenges

As institutional challenges to expand and qualify primary care in the Brazilian context stands out:
1 - expansion and structuring of a network of basic health units that allow the performance of the teams in the proposed family health;
2 - the ongoing review of the work processes of family health teams to strengthen the management structures in the cities and states;
3 - the development of integrated care protocols (promotion, prevention, recovery and rehabilitation) directed the most frequent problems of the health status of the population, indicating the continuity of care, under the logic of regionalization, flexible contexts on the basis of state and municipal and local;
4 - actions aimed at strengthening the management structures in the cities and states with a view to: programming basic care, supervision of staff, supervision of municipalities, regional supervision, use of information for decision making;
5 - Review of training processes. health education with emphasis on continuing education teams, coordinators and managers;
6 - establishing funding mechanisms that contribute to the reduction of regional inequalities and better proportionality between the three levels of care;
7 - the institutionalization process of tracking, monitoring and evaluation of primary health care;
8 - coordinated actions with educational institutions to promote changes in undergraduate and postgraduate health professionals in order to meet the challenges posed by the expansion and upgrading of primary procedures, including coordination with other levels of care.

Performance

- Model of Health Care in Brazil is an international reference.
- Family Health Strategy as drawn on the Brazilian case is highlighted and a model for other countries.
- Primary Health Care is the political agenda of public managers.
- The Family Health Strategy is consolidated in Brazilian municipalities.
- Academic studies in progress show that the Family Health in the period 1992-2002 shows encouraging indicators such as reducing child mortality.
- Survey conducted by the Ministry of Health, in partnership with the University of Sao Paulo and New York University, shows that every 10% increase in the coverage rate of infant mortality falls by 4.6%.
- Increased user satisfaction regarding the care received result of the changing practices of health teams.

Responsibilities of Managers in Primary Spheres

Federal
- Develop policy guidelines for national primary care;
- Co-financing the primary care system;
- Sort the formation of human resources;
- Propose mechanisms for programming, control, regulation and evaluation of primary health care;
- Keep the national databases.

State
- Monitor the implementation and execution of primary care activities in its territory;
- Regular inter-municipal relations;
- Coordinate the implementation of policies for training human resources in its territory;
- Co-financing of primary care activities;
- Assist in the implementation of strategies to assess attention basically in its territory.

Municipal
- Define and deploy the model of primary care in its territory;
- Contractually work in primary care;
- Maintain a network of basic health units in operation (administration and management);
- Co-financing of primary care activities;
- Food information systems;
- Evaluate the performance of primary care teams under his supervision.

Fonte: http://dab.saude.gov.br/atencaobasica.php

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária


Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária




Divulgando:
Segue LINK do Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária do Município do Rio de Janeiro. 

Para visualizar ou baixar o arquivo: Clique aqui.

A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil da cidade do Rio de Janeiro (SMSDC-Rio) lançou o Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde.  A iniciativa tem o objetivo de fortalecer, ampliar e respaldar o escopo das ações dos enfermeiros nas atividades desenvolvidas no cotidiano do Sistema Único de Saúde (SUS). O Protocolo traz temas relevantes da Atenção Primária à Saúde de forma prática ao apresentar fluxos de trabalho e descrever ações e situações mais prevalentes no dia a dia das unidades de saúde. Saúde da criança, saúde do adolescente, cuidados para tratamento da tuberculose, hanseníase e dengue são alguns dos temas tratados no Protocolo.

Para construir o documento, a SMSDC-Rio e o Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) promoveram, durante 2011, um ciclo de 12 audiências públicas com enfermeiros e gerentes das unidades de saúde para esclarecer as principais dúvidas sobre a assistência da enfermagem na Atenção Primária à Saúde no município.


Acesse aqui o conteúdo do o Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde.

As correções e alterações necessárias serão feitas na próxima edição.

terça-feira, 19 de março de 2013

Conheça mais sobre o trabalho do Agente Comunitario de Saúde


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


O programa de Agentes Comunitários de Saúde é hoje considerado parte da Saúde da Família. Nos municípios onde há somente o PACS, este pode ser considerado um programa de transição para a Saúde da Família. No PACS, as ações dos agentes comunitários de saúde são acompanhadas e orientadas por um enfermeiro/supervisor lotado em uma unidade básica de saúde que possui as principais especialidades médicas (pediatria, clínica médica e ginecologia-obstetrícia) e demanda espontânea e/ou encaminhada por unidades elementares de saúde.[1]
Símbolo oficial do SUS

Índice

  [esconder] 

[editar]Origem e evolução

Os primeiros profissionais de saúde não médicos de nível técnico ou elementar foram os Visitadores Sanitários e Inspetores de Saneamento ainda vinculados ao projeto das campanhas de saúde pública que no Brasil do início do século XX controlaram os surtos de peste bubônica e erradicaram a febre amarela e permaneceram vinculados controlavam as endemias rurais.
No Brasil identifica-se a utilização desses técnicos de saúde desde SUCAM – Superintendência de Campanhas de Saúde Pública, órgão que resultou da fusão do Departamento Nacional de Endemias Rurais (DENERu), da Campanha de Erradicação da Malária e da Campanha de Erradicação da Varíola aos programas de saúde da década de 1970. Na China onde alguns supõem a origem dessa estratégia recomendada pela Organização Mundial de Saúde ficaram conhecidos como Médicos de pés descalços no início dos anos 1950 e proposições de saúde comunitária com assistentes médicos nos Estados Unidos dos anos de 1960 e 1970.[2]
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) resultou da criação do PACS Programa dos Agentes Comunitários de Saúde em 1991, como parte do processo de construção do Sistema Único de Saúde estabelecida por norma Constitucional em 1988, .[1] é capacitado para reunir informações de saúde sobre uma comunidade. Na concepção inicial deveria ser um dos moradores daquela rua, daquele bairro, daquela região. Selecionados por um bom relacionamento com seus vizinhos e condição de dedicar oito horas por dia ao trabalho de ACS. Orientado por supervisor (profissional enfermeiro ou médico) da unidade de saúde, realiza visitas domiciliares na área de abrangência da sua unidade produzindo informações capazes de dimensionar os principais problemas de saúde de sua comunidade.
Com a proposição do Ministério da Saúde de 1994, quando se criou o PSF – Programa de Saúde da Família os agentes comunitários de saúde podem ser encontrados em duas situações distintas em relação à rede do SUS:
  • Ligados a uma unidade básica de saúde ainda não organizada na lógica da Saúde da Família;
  • Ligados a uma unidade básica de Saúde da Família como membro da equipe multiprofissional. Atualmente (2008), encontram-se em atividade no país 204 mil ACS, estando presentes tanto em comunidades rurais e periferias urbanas quanto em municípios altamente urbanizados e industrializados.

[editar]Atribuições do Agente Comunitário

Agentes comunitários auxiliando a vacinação de pólio em crianças da favela da Rocinha no Rio de Janeiro em 2001. (Fonte: CDC)
Segundo documentos do Ministério da Saúde de 1994[3] Inclui-se no elenco de ações proposto:
- Estimular continuamente a organização comunitária;
- Participar da vida da comunidade principalmente através das organizações, estimulando a discussão das questões relativas à melhoria de vida da população;
- Fortalecer elos de ligação entre a comunidade e os serviços de saúde;
- Coletar dados sobre aspectos sociais, econômicos, sanitários e culturais.
- Informar aos demais membros da equipe de saúde da disponibilidade necessidades e dinâmica social da comunidade;
- Orientar a comunidade para utilização adequada dos serviços de saúde;
- Registrar nascimentos, doenças de notificação compulsória e de vigilância epidemiológica e óbitos ocorridos;
- Cadastrar todas as famílias da sua área de abrangência;
- Identificar e registrar todas as gestantes e crianças de 0 a 6 anos de sua área de abrangência, através de visitas domiciliares;
- Atuar integrando as instituições governamentais e não – governamentais, grupos de associações da comunidade (parteiras, clube de mães, etc.);
- Executar dentro do seu nível de competência, ações e atividades básicas de saúde:
  • Acompanhamento de gestantes e nutrizes.
  • Incentivo ao aleitamento materno.
  • Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança.
  • Garantia do cumprimento do calendário da vacinação e de outras vacinas que se fizerem necessárias.
  • Controle das doenças diarréicas.
  • Controle da Infecção Respiratória Aguda (IRA).
  • Orientação quanto a alternativas alimentares.
  • Utilização da medicina popular.
  • Promoção das ações de saneamento e melhoria do meio ambiente.
Ver também o Manual do Agente Comunitário de Saúde[4] que enfatizam a relação de conhecimento/ intervenção na comunidade incluindo sua representação ou participação no Conselho Municipal de Saúde.

[editar]Agente de Saúde da Família

Em 1994 o Ministério da Saúde, lançou o PSF como política nacional de atenção básica, com caráter organizativo complementar e substitutivo ao PACS onde as ações dos agentes comunitários de saúde são acompanhadas e orientadas por um enfermeiro - supervisor lotado em uma unidade básica de saúde que possui as especialidades básicas e demanda espontânea e/ou encaminhada por Unidades Elementares de Saúde.
Essencialmente as atribuições do agente comunitário são mesmas, contando agora com o apoio direto do enfermeiro e médico de saúde da família com responsabilidades pela população de um mesmo território e em alguns municípios contam ainda com odontólogo profissionais de serviço social e psicologia na mesma unidade de saúde ou numa unidade de referência (unidades básicas matriciais).
Por outro lado para cumprir a proposição de conhecer a realidade das famílias pelas quais são responsáveis (cerca de 150 famílias ou 750 pessoas por agente) identificando os problemas de saúde mais comuns e situações de risco ao qual a população está exposta, novas demandas surgem ou se especificam continuamente.
O suporte ao atendimento da morbi-mortalidade por causas externas por exemplo, onde se inclui os acidentes de trânsito, homicídios e/ou a atenção aos problemas da violência doméstica, contra a mulher, criança ou idoso para os quais existem proposições específicas de vigilância e controle além do SIAB Sistema de Informação da Atenção Básica, programa com o qual o ACS produz as informações relativas ao território que administra, não está previsto como tarefa sua.
Novas profissões de nível técnico têm sido propostas e instituídas, no próprio setor saúde o Agente de Vigilância em Saúde diferenciando-se ou não dos Agentes de Controle das Zoonoses (o antigo visitador sanitário mata mosquito) e no âmbito da justiça e educação o Educador Social. Essa última em alguns aspectos confunde-se com o serviço voluntário do técnico judiciário conhecido como Comissário de menores. A pergunta que fica no ar é que não seria melhor uma capacitação melhor realizada ampliando a capacidade do ACS e a sua remuneração do que a pulverização dos profissionais da área da saúde?

[editar]Mobilização Nacional dos Agente de Saúde - MNAS

Emblem-scales.svg
Este artigo ou seção possui trechos que não respeitam o princípio da imparcialidade.
Justifique o uso dessa marca na página de discussão e tente torná-la mais imparcial.
A Mobilização Nacional dos Agentes de Saude - MNAS se originou com a busca pela desprecarização dos vínculos de trabalho dos agentes comunitarios de saúde e agentes de combate às endemias na capital pernambucana (Recife) e hoje é uma das expressões pela busca da garantia dos direitos desses profissionais. O corpo integrante da MNAS é formado basicamente por voluntarios. Uma ação social que não utiliza recursos financeiros e nem institucionais.
A MNAS criou o primeiro site nacional voltado aos agentes de saúde (permitindo a manutenção da informação aos profissionais em âmbito nacional, além da interação por meio de suas ferramentas online, entre elas: o fórum e chat), uma iniciativa da coordenação; que fortaleceu o trabalho do Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Combate as Endemias do Estado de Pernambuco (SINDACS-PE), este, com o apoio parlamentar, engrossou a união em torno da PEC 07/2003. Intensificando a mobilização nacional para sensibilizar os parlamentares em Brasília com vista ao apoio do que viria a ser a maior conquista dos agentes a nível nacional - a Lei Federal 11.350/2006. Obtivemos informações a cada passo da proposta e difundimos pelos agentes de saúde de todo o Brasil. Em outubro de 2005, sob a presença de profissionais de vários estados, foi realizada uma grande caminhada pela Esplanada dos Ministários, culminando num ato público em frente ao Congresso Nacional.
Em 2005, o relator da Comissão Especial, deputado Maurício Rands, apresentou parecer pela aprovação da PEC 07/2003, com alterações que incluiu os Endemias. Nos meses que se seguiram à luta continuou nos mais diversos municípios do Brasil e Distrito Federal. Em 14 de janeiro de 2006, a PEC 07/2003 foi sancionada, garantido a o emprego dos agentes de saúde. Com o advento da emenda 51/2006, houve retorno do debate. Foi solicitado ao deputado Maurício Rands que articulasse uma frente parlamentar visando o debate e aprovação do piso salarial.
Questões históricas da luta
Elevação do piso para 2 salarios mínimos;
Produtividade para os agentes de saúde (ACS, endemias e correlacionados);
Insalubridade para as categorias a nível nacional;
Gratificação de dificio acesso (Portaria 40.195/95);
Gratificação de função de 40 horas semanais para os profissionais;
Gratificação do PSA com equiparação ao PSF/PACS entre outros.
A MNAS teve participação no estabelecimento de um diferencial histórico no Senado Federal: até a data da efetivação, o projeto dos agentes de saúde foi o único aprovado cinco vezes em um mesmo dia no Senado (Jornal do SINDACS-PE jan/2004).
Além da efetivação no âmbito nacional, a MNAS contribuiu para equiparação do vale alimentação, em alguns casos repasse em pecunia (pago no contracheque); aumento do valor da insalubridade dos endemias em 2007, buscando a insalubridade aos acs; Apoio a primeira greve da categoria (uma semana de duração) de todo o Brasil - mesmo quando não existia vinculo definido; Difusão da Caminhada Estadual, realizada no Recife, pela regularização, com presença de várias cidades de Pernambuco, entre as quais: Brejinho, Solidão, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Parnaíba, Santa Terezinha, Itapetim, Tabira, Afogados, Tuparetama, Caruaru, Olinda, Jaboatão, São José do Egito, Paulista, Abreu e Lima, Surubim, Cabo de Santo Agostinho, Igarassu e Goiana.

[editar]Ver também

Referências

  1. ↑ a b SAUDELEGIS. Portal2.saude.gov.br.
  2. ↑ FUNASA. ver. Museu da FUNASA. Funasa.gov.br.
  3. ↑ BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Programa de Agentes Comunitários de Saúde. DF, MS, FUNASA, 1994
  4. ↑ BRASIL, MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual do Agente Comunitário de Saúde. DF, MS, FUNASA, 1991

Infográfico

07 Equipes de Saúde
em nossa unidade.
1,293,607 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
27564 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

Contato

Fale Conosco

Entre em contato com nossa unidade, fale com nossos profissionais e tire suas dúvidas quanto aos nossos programas

Endereço

Rua Filomena, s/nº - Inhoaíba

Funcionamento

De Segunda a Sexta das 08h às 20h | Sábado das 08h às 12h

Telefone

(21) 3377-2850

Tecnologia do Blogger.