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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Nova campanha nacional para atualização das cadernetas de vacinação é lançada

Ação de vacinação será realizada entre os dias 24 e 30 de agosto e terá o dia de maior mobilização, chamado "Dia D", no dia 24 de agosto

Agência Brasil/Valter CampanatoVacinação pode continuar nas outras unidades federativas em que a meta não foi alcançadaAmpliar
  • Vacinação pode continuar nas outras unidades federativas em que a meta não foi alcançada

Entre os dias 24 e 30 de agosto o Ministério da Saúde realiza em todo o País uma nova etapa de vacinação e, para isso, lançou, nesta quinta-feira (15), em Brasília a campanha nacional para atualização das cadernetas de vacinação para crianças menores de cinco anos. O dia de maior mobilização, chamado "Dia D", será o de início, 24 de agosto. 
Crianças menores de cinco anos de idade devem ser levadas a um posto de vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) para que a caderneta de saúde seja avaliada e o esquema vacinal atualizado. Na campanha, serão oferecidas todas as vacinas do calendário básico infantil: BCG, hepatite B, penta, inativada poliomielite (VIP), oral poliomielite (VOP), rotavírus, pneumocócica 10 valente, meningocócica C conjugada, febre amarela, tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e DTP (difteria, tétano e coqueluche). O orçamento para 2013 do Ministério da Saúde é de mais de R$ 2 bilhões para imunização de crianças, adultos e idosos. 
A iniciativa contará com o envolvimento de mais de 350 mil profissionais de saúde em mais de 34 mil postos de vacinação. Além dos locais de vacinação, serão disponibilizados 42 mil veículos como postos volantes. O ministério disponibilizará um recurso adicional de R$ 18,6 milhões para os fundos estaduais e municipais se organizarem na realização da campanha. 

Imunização com 24 tipos de vacinas
Atualmente, o Programa Nacional de Imunização oferece 24 vacinas para imunização de crianças e adultos. "Hoje contamos com diversas vacinas que estarão disponíveis para as crianças. Os pais devem comparecer para atualização da caderneta. Mesmo os que estão sem a caderneta ou que achem que o esquema está completo, devem comparecer aos postos até dia 30. Será uma ação massiva em todo o País. Desde barcos na Amazônia, até vacinas transportadas por aviões”, destacou o ministro em entrevista coletiva. 
Dentre as vacinas oferecidas durante a campanha, estão a pentavalente e a vacina inativada poliomielite (VIP), que já fazem parte do calendário básico da criança. A primeira reúne em uma única aplicação a tetravalente (que protege contra a difteria, o tétano, a coqueluche e a meningite) e a dose contra a hepatite B. Já a segunda é indicada para crianças que nunca foram imunizadas contra a pólio.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

AUTISMO

O que é?

Alguns sintomas:
- Dificuldade em juntar-se com outras pessoas,
- Insistência com gestos idênticos, resistência a mudar de rotina,
- Risos e sorrisos inapropriados,
- Não temer os perigos,
- Pouco contato visual,
- Pequena resposta aos métodos normais de ensino,
- Brinquedos muitas vezes interrompidos,
- Aparente insensibilidade à dor,
- Ecolalia (repetição de palavras ou frases),
- Preferência por estar só; conduta reservada,
- Pode não querer abraços de carinho ou pode aconchegar-se carinhosamente,
- Faz girar os objetos,
- Hiper ou hipo atividade física,
- Aparenta angústia sem razão aparente,
- Não responde às ordens verbais; atua como se fosse surdo,
- Apego inapropriado a objetos,
- Habilidades motoras e atividades motoras finas desiguais, e
- Dificuldade em expressar suas necessidades; emprega gestos ou sinais para os objetos em vez de usar palavras.

Autismo é uma desordem na qual uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geralmente não desenvolve inteligência normal.
O autismo é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças.
Sinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas.
Causas
A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).
Sintomas e diagnóstico
Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.
Sintomas de autismo em uma criança levam o médico ao diagnóstico, que é feito através da observação. Embora nenhum teste específico para autismo esteja disponível, o médico pode executar certos testes para procurar outras causas de desordem cerebral.
A maioria das crianças autistas tem desempenho intelectual desigual, assim, testar a inteligência não é uma tarefa simples. Pode ser necessário repetir os testes várias vezes. Crianças autistas normalmente se saem melhor nos itens de desempenho (habilidades motoras e espaciais) do que nos itens verbais durante testes padrão de Q.I. Acredita-se que aproximadamente 70 por cento das crianças com autismo têm algum grau de retardamento mental (Q.I. menor do que 70).
Entre 20 e 40 por cento das crianças autistas, especialmente aquelas com um Q.I. abaixo de 50, começam a ter convulsões antes da adolescência.
Algumas crianças autistas apresentam aumento dos ventrículos cerebrais que podem ser vistos na tomografia cerebral computadorizada. Em adultos com autismo, as imagens da ressonância magnética podem mostrar anormalidades cerebrais adicionais.
Uma variante do autismo, às vezes chamada de desordem desenvolvimental pervasiva de início na infância ou autismo atípico, pode ter início mais tardio, até os 12 anos de idade. Assim como a criança com autismo de início precoce, a criança com autismo atípico não desenvolve relacionamentos sociais normais e freqüentemente apresenta maneirismos bizarros e padrões anormais de fala. Essas crianças também podem ter síndrome de Tourette, doença obsessivo-compulsiva ou hiperatividade.
Assim, pode ser muito difícil para o médico diferenciar entre essas condições.
Prognóstico e tratamento
Os sintomas de autismo geralmente persistem ao longo de toda a vida.
Muitos especialistas acreditam que o prognóstico é fortemente relacionado a quanto idioma utilizável a criança adquiriu até os sete anos de idade. Crianças autistas com inteligência subnormal - por exemplo, aquelas com Q.I. abaixo de 50 em testes padrão - provavelmente irão precisar de cuidado institucional em tempo integral quando adultos.
Crianças autistas na faixa de Q.I. próximo ao normal ou mais alto, freqüentemente se beneficiam de psicoterapia e educação especial.
Fonoterapia é iniciada precocemente bem como a terapia ocupacional e a fisioterapia.
A linguagem dos sinais às vezes é utilizada para a comunicação com crianças mudas, embora seus benefícios sejam desconhecidos. Terapia comportamental pode ajudar crianças severamente autistas a se controlarem em casa e na escola. Essa terapia é útil quando uma criança autista testar a paciência de até mesmo os pais mais amorosos e os professores mais dedicados.
Lista de Checagem do Autismo
A lista serve como orientação para o diagnóstico. Como regra os indivíduos com autismo apresentam pelo menos 50% das características relacionadas. Os sintomas podem variar de intensidade ou com a idade.

Fonte: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?44

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Fraturas na Infância

Primeiros Socorros

PRIMEIROS – SOCORROS


FRATURAS

  
      Existem dois tipos de fraturas: fechadas e expostas. Deve-se desconfiar de fratura fechada sempre que a parte suspeita não possua aparência ou função normais ou quando haja dor no local atingido, incapacidade de mover o membro, posição anormal do mesmo, e ainda, sensação de atrito no local. Se for uma fratura exposta, além dos sintomas assinalados, há o aparecimento do osso ou ferimento no local.
A primeira medida a ser tomada diante de uma situação onde a vítima apresente os sintomas de fraturas é a imobilização do membro atingido e depois, chamar urgentemente um médico ou socorro especializado.

FRATURAS FECHADAS

Quando o osso rompido permanece no interior do membro, sem causar perfuração da pele. Deve-se tomar cuidado em casos de remoção obrigatória; o simples deslocamento de fragmentos do osso pode rasgar algum vaso sangüíneo, músculo ou nervo da região. Ponha o membro acidentado numa posição confortável e imobilize a fratura com talas que deverão ter comprimento suficiente para ultrapassar as articulações acima e abaixo. Qualquer material rígido pode ser usado como tala, como pedaços de madeira, estacas, papelão, vareta de metal ou mesmo uma revista grossa ou um jornal dobrado.Use panos ou outro material macio para alcochoar as talas, a fim de evitar danos à pele. As talas devem ser amarradas com ataduras ou tiras de pano não muito apertadas em, no mínimo, quatro pontos: abaixo e acima de articulação; abaixo e acima da fratura.


FRATURAS EXPOSTAS

Deve-se colocar uma gaze ou qualquer outro pano limpo no local; fixar firmemente o curativo no local, utilizando uma bandagem forte (cinto, gravata ou tira de pano); aplicar talas sem tentar colocar o osso no seu local normal. Chame ou leve o paciente a um médico ou a um hospital, de carro ou de ambulância, tão logo a fratura seja imobilizada.
   


SOCORROS IMEDIATOS

1.   Advirta o paciente para não se mover;
2. Estanque qualquer hemorragia grave, colocando um torniquete ou bandagem que promovam a compressão do ferimento.
3.  Cubra qualquer ferida imediatamente, mas tenha cuidado para não mover a parte fraturada. Mesmo uma compressa simples e improvisada é importante para reduzir os riscos de infecção por bactérias;
4.  Imobilize a fratura por meio de talas, estabilizando não só o local da fratura, mas também as articulações próximas.



PREVENINDO ACIDENTES INFANTIS

0 aos 6 meses

     A criança precisa de proteção o tempo todo e os acidentes tendem a ocorrer mais freqüentemente quando ela adquire o hábito de se virar, engatinhar e pegar objetos. Os únicos locais seguros para que um bebê nesta idade fique sozinho são o berço e o cercadinho. No entanto, é necessário que se verifique se os espaços entre as barras do berço são adequados para que o bebê não passe entre eles ou prenda sua cabeça. Neste sentido, os cercadinhos de malha são considerados os mais seguros. Nas viagens de automóvel, as crianças nunca devem ser transportadas no colo das mães no assento dianteiro, pois, em um acidente, o corpo da mãe pode esmagar o do filho contra o painel, sem que esta tenha qualquer controle sobre a situação. O transporte adequado para bebês é a cadeirinha no banco de trás, sempre com cinto de segurança.

7 aos 12 meses

     As crianças, nesta faixa etária,  já começam a engatinhar, ficam de pé e podem começar a caminhar. Para evitar quedas, compensa usar portas ou portões nas escadarias e baixar o estrado das camas a partir do momento que a criança começa a sentar ou ficar de pé. Os cuidados que vinham sendo tomados até os seis meses podem ser todos mantidos.

1 a 3 anos

     As crianças de 1 a 2 anos são muito ativas e têm necessidade de investigar, escalando, abrindo portas e gavetas, retirando coisas de armários e brincando com água. Elas estão muito interessadas no que estão fazendo e têm pouca consciência dos perigos que podem estar correndo. Elas necessitam de proteção, supervisão e disciplina firme. Na banheira, devem-se usar tapetes não derrapantes e instalar grades em todas as janelas acima do primeiro andar.

3 a 5 anos

     Com esta idade a criança explora a vizinhança, corre, escala, anda de motoca, aprende a andar de bicicleta, brinca com outras crianças, atravessa a rua e esses movimentos precisam ser feitos sob supervisão de adultos. As crianças, nessa fase, sobem em árvores, ficam em pé em balanços, pulam degraus da escada e apóiam-se em janelas. As crianças já podem aceitar e responder aos ensinamentos, porém, elas ainda necessitam de proteção.


6 a 12 anos
  
     Durante esta faixa etária, em que os filhos estão longe de casa, por vezes durante horas, disciplina e orientação são essenciais. A escola partilha de responsabilidade por sua segurança. Seus filhos estão participando de equipes esportivas, fazem parte de algum grupo e tentarão algo mais. Podem idolatrar e querer imitar heróis infantis ou uma pessoa mais velha que viva perigosamente. As crianças nessa idade devem assumir alguma responsabilidade por sua própria segurança, porém é aconselhável andar acompanhada até 11 anos.

Infográfico

07 Equipes de Saúde
em nossa unidade.
1,293,607 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
27564 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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